Grupo de cientistas treinam cães para detectar coronavírus em pessoas assintomáticas

Mão feminina, com unhas pintada de branco, fazendo carinho em um cachorro.
Os cachorros possuem olfato cerca de 10.000 a 100.000 vezes melhor do que os humanos.

Realizado pela Medical Detection Dogs, neste primeiro semestre de 2020 está sendo efetuado um estudo de cientistas no Reino Unido que se baseia na utilização de cães que podem cheirar e detectar o novo coronavírus em pessoas assintomáticas, ou seja, que não possuem sintomas explícitos.

Por serem mais eficientes que os seres humanos nesta questão, cerca de 10.000 a 100.000 vezes melhor, os animais podem sentir cheiros que são imperceptíveis para nós e assim, podem identificar o odor de variadas doenças.

Antes do surto do COVID-19, a companhia já realizava tais estudos com cachorros de todos os tipos, antes buscando captar patologias como Câncer e Parkinson. Neste primeiro semestre, a empresa iniciaria um projeto da malária, porém devido às circunstâncias, o foco se tornou o combate ao coronavírus.

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Os animais são capazes de identificar doenças através do hálito, gotas na pele, fezes ou urina, e o método utilizado é semelhante aos cachorros pertencentes à polícia, usados para encontrar drogas. Assim, quando realizam a avaliação correta da patologia, são recompensados com brincadeiras e um tratamento alimentar.

Segundo a política da empresa relatada em seu site, são cerca de 80 cães presentes na fundação e os animais não vivem em canis, sendo cuidados por voluntários associados à Medical Detection Dogs vivendo por todo o Reino Unido, abrangendo Inglaterra, Escócia e País de Gales.

Como ainda é recente, cientistas de todo o mundo ainda buscam uma vacina contra o coronavírus, os cães utilizados devem se acostumar com o cheiro da doença através de máscaras e meias e, segundo estimativa da empresa, os estudos devem proporcionar resultados em agosto ou setembro deste ano.

Este conteúdo foi formulado e desenvolvido, sob supervisão técnica da farmacêutica responsável: Dra. Daniela S. Dávida - CRF/SP 47.916. Não devendo as informações obtidas aqui, serem utilizadas como substitutas ao diagnóstico médico ou tratamento sem antes consultar um profissional de saúde.

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