Dificuldades na Amamentação: Como Prevenir e Tratar
Descubra como evitar os principais desafios da amamentação e saiba como prevenir mastites, ingurgitamento e fissuras mamilares.
Por que a amamentação pode doer?
A pega incorreta do bebê é, em geral, a principal causa de dor durante a amamentação. Afinal, quando o bebê abocanha apenas o bico em vez de grande parte da aréola, essa pressão resulta em fissuras e machucados no seio. Nesse sentido, vale ressaltar que qualquer desconforto sinaliza que algo está errado. O mais importante é entender que sentir dor ao amamentar não é normal, havendo diversos fatores que contribuem para essa condição.
Pega incorreta — a causa raiz da maioria das dificuldades
A causa mais comum de dor nas mamas é a pega incorreta, que é simplesmente a falta de encaixe entre a boca do bebê e o peito. A primeira tarefa é conferir se o bebê está fazendo o encaixe correto, por ser uma dor característica do mamilo, é mais fácil identificar quando acontece. Sempre procure ajuda de um profissional para corrigir esse problema, a pega incorreta pode afetar a produção do leite e machucar o mamilo de maneira dolorosa.
Como reconhecer a pega correta (guia visual)

Para reconhecer a pega correta, o primeiro passo é certificar-se de que o corpo do bebê esteja com a cabeça, o pescoço e a coluna alinhados, o queixo deve estar para cima e não para baixo. Usar almofadas ou travesseiros para apoiar os braços, costas ou o próprio bebê, pode ajudar. Logo em seguida observe alguns sinais característicos, como:
- – Após a mamada o bebê se mostra relaxado;
- – Seios com a sensação de maior leveza depois do bebê mamar;
- – A boca está bem aberta e abocanha uma grande parte da aréola (não só o mamilo);
- – No início o bebê começa com movimentos de sucção curtos, antes de passar para movimentos mais lentos e profundos.
Posições de amamentação que facilitam a pega correta
O ideal é que antes de começar a amamentar a mãe procure uma posição aconchegante. Não existem muitas regras, o mais importante é que você e o seu bebê estejam sentados ou deitados confortavelmente. É normal que inicialmente a mãe não tenha habilidade, pois isso requer prática. Algumas posições recomendadas para amamentação, que facilitam a pega do bebê:
- – Posição transversal
- – Posição invertida
- – Deitada de lado
- – Posição tradicional
Fissura mamilar — o que é, causas e tratamento
Fissura mamilar é conhecida também como rachadura nos mamilos, é uma ferida que acontece decorrente da pressão que os bebês colocam no seio durante a amamentação, ela ocorre principalmente quando a pega e posicionamento da mamada estão incorretos. Acaba sendo uma das principais causas do desmame precoce, além de poder evoluir para casos graves, como uma possível mastite e septicemia (sepse).
Geralmente isso ocorre pela falta de direcionamento de uma técnica correta para prevenir essa situação. Existem outros fatores que contribuem para possíveis fissuras:
- – Uso impróprio de bombas de extração de leite;
- – Uso de bicos que são fabricados com silicones;
- – Uso de sabonetes que ressecam a pele dos mamilos;
- – Uso de cremes e óleos que deixam a pele fina e sensível.
Um dos principais passos para o tratamento correto é a correção da pega do bebê e o posicionamento da mãe, além de:
- – Procurar ajuda profissional;
- – Passar produtos com lanolina em sua composição;
- – Usar o leite materno como cicatrizante, passando-o envolta dos seios.
Sintomas da fissura mamilar
Os principais sintomas da fissura mamilar são a dor e sensibilidade que aparecem em conjunto com rachaduras na superfície do seio. Esses sintomas aparecem geralmente durante a segunda ou terceira semana após o nascimento do bebê. Sendo as principais manifestações:
- Dor e ardência – sensação de queimação, fisgadas ou dor forte durante e após as mamadas.
- Alterações visíveis – cortes, rachaduras superficiais ou profundas, descamação e pequenas crostas.
- Sinais inflamatórios – vermelhidão localizada, inchaço e aumento da temperatura na pele da mama.
- Sangramentos – presença de pequenos ferimentos que podem sangrar durante a sucção do bebê.
Como tratar: lanolina, leite materno, arejamento

Um dos métodos mais indicados para o tratamento das fissuras, é o uso do leite materno, pois ele tem propriedades cicatrizantes que podem auxiliar na regeneração da pele, aplicando algumas gotas na região do mamilo e aréola. Já a lanolina pode ser usada nos processos de hidratação dos tecidos das mamas, mas deve ser usada uma lanolina industrializada, pois ela passa por refinamentos que removem os componentes alergênicos.
A lanolina funciona somente para ser usada durante o aparecimento das fissuras, ela não previne ou evita o aparecimento das mesmas. O arejamento das mamas é um dos métodos mais simples e naturais para prevenir fissuras mamárias durante a amamentação, os mamilos precisam “respirar”, abafá-los pode causar fungos e bactérias, que contribuem para o aparecimento de fissuras.
Posso continuar amamentando com fissuras?
Sim, mas os cuidados devem estar sempre presentes durante esse período, pois os machucados nas mamas vão incomodar ou até mesmo impedir a amamentação. Durante esse período é normal se sentir preocupada, frustrada e talvez até com vontade de desistir, mas é importante salientar que parar de amamentar não é recomendado, pois essa pausa pode complicar a produção do leite e a recuperação da mama. Mamilos rachados são comuns e tratáveis com remédios caseiros na maioria dos casos, não precisam ser um obstáculo para a amamentação. Lembre-se de consultar um especialista em lactação, eles mostrarão o melhor caminho para o seu caso.
Ingurgitamento mamário — seio empedrado
Ingurgitamento mamário também é conhecido como empedramento, que como o próprio termo sugere, causa o empedramento do leite materno. Ele ocorre devido ao acúmulo de leite do qual o bebê não consegue dar conta, fazendo com que o líquido se torne espesso e difícil de ser sugado. Os primeiros sintomas são dor forte e vermelhidão nos seios, podendo evoluir para sintomas mais severos como febre acima de 38° G e calafrios, se não tratados inicialmente.
Causas do ingurgitamento
Essa condição ocorre essencialmente nos primeiros meses após o nascimento do bebê, e acontece principalmente devido a pega incorreta do bebê no seio durante a amamentação, causando uma sucção ineficaz. Mas existem outras causas comuns que ocasionam o ingurgitamento, como:
- – Produção excessiva do leite;
- – Mamadas pouco frequentes;
- – Atraso do início da amamentação;
- – Técnica incorreta para amamentar (pega incorreta);
- – Uso de suplementos para aumentar a produção de leite.
Por haver uma grande quantidade de leite, acontece um acúmulo no interior do ducto mamário, o que resulta em alteração na fluidez natural do leite, que o deixa mais viçoso e dificulta a passagem pelos canais de leite para fora da mama.
Como aliviar: ordenha, compressas, bomba de extração
Existem diversas maneiras de aliviar os sintomas causados pelo ingurgitamento mamário, mas é primordial consultar um obstetra ou ginecologista para procurar o tratamento ideal para o seu caso em específico. Algumas medidas de amenizar os efeitos do empedramento do leite, são:
- – Aumentar as frequências de amamentação – amamentar o bebê frequentemente sempre que ele der sinais de fome, ajuda a diminuir as chances de empedramento.
- – Massagear a mama suavemente – massagens nas mamas auxiliam na solta do leite para retirada.
- – Compressas mornas e frias – compressas mornas antes da amamentação podem ajudar a suavizar o leite e facilitar a drenagem, já as frias se usadas após a amamentação auxiliam no alívio da dor e inchaço. É importante destacar que tais compressas não devem ser usadas por mais de 15 a 20 minutos diários.
- – Ordenha manual ou com bomba de leite – caso o bebê não esvazie a mama completamente, pode ser uma boa opção para aliviar a pressão.
- – Mudar a posição durante a amamentação – a mudança de posição de amamentação é primordial para um alívio realmente significativo.
- – Uso de sutiã adequado para amamentação – o uso de roupas ou faixas que apertem a região dos seios pode ser prejudicial para o esvaziamento natural do leite.
Quando o ingurgitamento vira mastite?
Segundo informações da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), o ingurgitamento vira mastite quando o acúmulo do leite gera uma resposta inflamatória intensa que pode ou não vir acompanhada de uma infecção bacteriana. Os sintomas de ambas as condições são bem similares, mas quando o ingurgitamento não é tratado adequadamente ele pode evoluir para uma mastite infecciosa, essa transição geralmente ocorre quando o leite que fica “parado” se acumulando e bloqueando os ductos por muito tempo ou quando bactérias entram por fissuras dos mamilos.
Mastite — infecção mamária durante a amamentação
A mastite é a inflamação dos tecidos das mamas, geralmente acompanhada de infecção, essa condição ocorre no início da amamentação e acontece pela pega inadequada do recém-nascido nos primeiros dias. O que pode causar fissuras e ferimentos, além da ingurgitação mamária, popularmente conhecida como empedramento do leite materno. Pode ocorrer também durante o desmame das crianças, além da possibilidade de aparecer em outros momentos da vida, mas é mais recorrente em períodos de amamentação.
Sintomas de mastite x ingurgitamento (tabela diferencial)
| Ingurgitamento Mamário | Mastite |
| O que é: Acúmulo excessivo de leite e retenção de líquidos que deixa as mamas muito cheias e inchadas. | O que é: Processo inflamatório do tecido mamário, que pode ou não ser acompanhado de infecção bacteriana. |
| Localização: geralmente afeta ambas as mamas de forma uniforme. | Localização: geralmente afeta apenas uma das mamas em uma área localizada. |
| Início dos sintomas: Gradual (comum entre o 3º e o 5º dia após o parto, na fase da “descida do leite”). | Início dos sintomas: Repentino e súbito (pode acontecer em qualquer fase da amamentação). |
| Aparência das mamas: Mama endurecida, muito cheia, pesada e com a pele esticada/brilhante. | Aparência das mamas: Área vermelha delimitada, quente ao toque e com inchaço localizado. |
| Dor: Desconforto e sensibilidade generalizados por toda a mama. | Dor: Dor intensa, fisgada ou sensação de queimação focada na região afetada. |
| Febre: Ausente ou febre baixa (abaixo de 38 °C). | Febre: Febre alta (acima de 38 °C) de aparecimento repentino. |
| Sintomas: Nenhum (a mãe se sente bem fisicamente, apenas com desconforto no peito). | Sintomas: Sintomas semelhantes aos da gripe (arrepios, dor no corpo, fadiga e mal-estar geral). |
| Fluxo do leite: Pode sair com mais dificuldade devido ao inchaço, mas flui ao amaciar a aréola. | Fluxo do leite: Pode ser reduzido ou bloqueado no canal afetado. |
Mastite exige antibiótico? Pode continuar amamentando?
De acordo com a SBP, nem toda mulher com mastite precisa tomar antibiótico, o quadro pode ser resolvido com manejos adequados de amamentação e anti-inflamatórios, desde que se procure um médico assim que os sintomas se iniciarem. Eles são indicados somente em caso da confirmação da infecção bacteriana, ou se os sintomas não melhorarem com o uso de anti-inflamatórios de 12 a 24 horas. A amamentação deve continuar mesmo com o uso de antibióticos para tratar a mastite, é importante não deixar de procurar um médico mastologista ou profissional de saúde para se informar e consultar com segurança o seu caso.
Quando ir ao médico com urgência
Quando a mastite não é tratada de modo correto pode evoluir para graves infecções e até gerar abscessos mamários. Procure o médico com urgência se apresentar sinais como infecção generalizada (sepse), com tontura extrema, confusão mental ou batimentos cardíacos acelerados. É também de suma importância procurar um médico em caso de notar linhas vermelhas se espalhando pelos seios e saída de pus do mamilo. Principalmente se os sintomas piorarem muito em poucas horas.
Baixa produção de leite — causas e estratégias para aumentar

Antes de tomar medidas estratégicas para aumentar a produção de leite, primeiramente deve-se saber se realmente há uma baixa produção de leite ou não. Alguns fatores como disfunções hormonais, cirurgias ou traumas nos seios podem contribuir para a diminuição de leite nos seios. É importante observar os seguintes sinais no bebê:
- – Choro constante, mesmo após as mamadas.
- – Pouca produção de urina (menos de 6 fraldas por dia).
- – Fezes duras, ressecadas, em menor quantidade e com grandes intervalos.
- – Ganho de peso abaixo do esperado – identificado por consultas regulares ao pediatra.
- – Se as mamas estão sempre cheias e doloridas pode significar que o bebê não está sugando o leite de maneira certa.
Caso observe esses sinais, leve o bebê ao pediatra e siga os seguintes passos para aumentar a produção de leite.
- – Beba bastante água.
- – Deixe o bebê mamar sempre que quiser, em livre demanda.
- – Espere o bebê soltar naturalmente o peito, e então ofereça o outro seio caso esse pareça mais leve.
- – Evite o uso de chupeta para que a sucção seja concentrada somente no seio.
- – Não complemente a alimentação com fórmula de leite, a não ser que seja recomendação do pediatra.
Galactagogos naturais: evidência científica
Galactagogos são substâncias, alimentos ou remédios usados para aumentar a produção de leite materno, eles agem elevando o hormônio prolactina estimulando as glândulas das mamas, contudo não há comprovação científica ou conclusiva de que eles realmente auxiliam nesse aumento ou manutenção de leite materno. Segundo estudos, o efeito pode ser percebido por estar conectado a fatores como hidratação, melhora da técnica de amamentação ou efeito placebo.
O que evitar para não reduzir a produção
Alguns fatores contribuem para a diminuição da produção de leite, e evitá-los terá impacto direto na sua produção:
- – Estresse e ansiedade: o nervosismo e ansiedade atrapalham a liberação do hormônio de ocitocina, que é o que facilita a liberação do leite.
- – Medicamentos: o uso de medicamentos sem receita médica pode causar grandes consequências que secam o leite.
- – Cansaço extremo: dormir pouco e não descansar o suficiente pode ser prejudicial para a produção de leite.
- – Consumo de álcool: a ingestão de bebidas alcoólicas deve ser evitada durante a amamentação, pois o álcool diminui a produção do leite e altera o sabor.
- – Uso de tabaco: caso não consiga parar de fumar, diminua a quantidade de cigarros ao longo do dia.
- – Pega incorreta: se os bebês não aprenderem a amamentar, eles são estimulados po conta da amamentação.
- – Restringir o tempo de amamentação: tirar o bebê do seio antes dele mesmo parar de mamar, impede que ele receba o leite mais gordo do final.
Produtos farmacêuticos para apoiar a amamentação
Nessa jornada de amamentação, ter produtos adequados como aliados no dia a dia é indispensável. Por esse motivo, a Drogaria Nova Esperança reúne as soluções ideais para acompanhar você em cada etapa desse momento. Diante disso, confira nossas recomendações:
- Lanolina
- Bolsa térmica
- Amamentação
- Pomada para seio
- Extrator manual de leite
- Absorventes para os seios
- Bico protetor silicone para seios
Lanolina mamilar — como usar
Por ser de origem natural, muitas mulheres acreditam que o uso é totalmente livre, mas mesmo produtos altamente purificados e de origem natural devem ser recomendados por especialistas em amamentação ou por um pediatra. Encontre sua lanolina para a amamentação aqui na Drogaria Nova Esperança. E quando houver indicação de um especialista, o uso é simples:
– Aplique após a mamada: higienize as mãos e coloque uma pequena quantidade de pomada diretamente no mamilo e aréola, somente na região que está lesionada.
– Não é necessário remover antes da mamada: em versões 100% puras não é prejudicial aos bebês.
Conchas de amamentação — para que servem
A concha de amamentação é um dispositivo siliconado usado para retirar o leite materno que estiver vazando, além de servir como um uma opção auxiliar de bico para as mães que têm mamilo invertido. A concha serve para diversas indicações, como:
- – Prevenir rachaduras nos mamilos;
- – Manter os seios secos e arejados;
- – Evitar o ingurgitamento e empedramento do leite;
- – Auxiliar na prevenção dos mamilos que já estão rachados e doloridos;
- – Coletar o leite materno que vaza, evitando que molhe a roupa e o sutiã;
- – Ajuda a formar o bico do peito para a amamentação, no caso de mamilos curtos, planos ou invertidos.
Bombas de extração manual e elétrica
A extração de leite é necessária em diversas situações, por isso são aliadas essenciais na rotina de amamentação, seja para aliviar o peito cheio, criar um banco de leite para a volta ao trabalho ou estimular a produção. Geralmente para escolher entre o modelo manual ou elétrico depende da frequência de uso, do orçamento e da rotina de quem amamenta. As principais diferenças entre as bombas, são:
- – Bomba manual: é ideal para o uso ocasional, leve, silenciosa e é ideal para ter na bolsa.
- – Bomba elétrica: é usada diariamente em rotinas mais corridas e intensas, garante extração rápida, sem esforço e com ajuste de ritmo.
O ideal é escolher o que traz mais conforto, praticidade e o que mais combina com a sua rotina diária e volta ao trabalho.
Sutiãs e absorventes de amamentação
Sutiãs de amamentação servem para sustentar o peso dos seios cheios de leite, além de trazerem conforto e praticidade durante um período delicado da vida das mulheres. A escolha certa do sutiã é muito importante, pois é primordial que a mulher use um confortável e que traga mais praticidade em seu dia a dia. Ele é uma adaptação do sutiã usado normalmente, uma peça que possui ajuste, abertura e fechamento frontal, o que facilita o manuseio durante a amamentação.
Já os absorventes de amamentação são um dos acessórios mais usados pelas mães, pois ajudam a absorver o excesso de leite que vaza dos seios, principalmente nas primeiras semanas após o parto. Existem diversos tipos, estilos, formas e tamanhos, que podem ser descartáveis ou reutilizáveis. Eles ajudam a manter os seios secos ao longo do dia. No entanto, é fundamental ter atenção: quando ocorre o vazamento de leite, o absorvente acumula umidade. Consequentemente, essa umidade pode prejudicar a amamentação, visto que aumenta o risco de proliferação de fungos e bactérias
Quando a dificuldade é emocional — mastite e depressão pós-parto

Não existe somente um fator de risco para a depressão pós-parto, ela pode estar relacionada a diversos motivos, estudos sugerem que a mastite lactacional pode ser um fator de alto risco para depressão no período pós-parto, a mastite pode causar dor, frustração, fadiga, estresse e inquietações constantes para as mães. A mistura desses sintomas relacionados a um período de queda de hormônios muito intensos após o parto, pode contribuir significativamente para o desenvolvimento de depressão pós-parto.
Mesmo não existindo uma causa única estabelecida para a doença, é importante todos ao redor da mãe estarem atentos a esse momento delicado, o suporte emocional é tão importante para a saúde emocional quanto a psicológica da mulher, sendo essencial para prevenir e tratar depressão e ansiedade pós-parto.
Perguntas Frequentes
O que são fissuras?
- Fissuras são feridas causadas no bico do seio por causa de amamentação irregular.
Posso continuar amamentando com mastite?
- Sim, você deve continuar amamentando mesmo estando com mastite, o mais importante é estar em tratamento e se consultar com especialistas durante esse processo.
Mastite diminui a produção de leite?
- Sim, se não tratada pode contribuir para a diminuição do leite ou empedramento. O ideal é continuar oferecendo o leite ao bebê e se necessário fazer a extração.
Como identificar a pega incorreta?
Os lábios do bebê ficam virados para fora (tanto o superior quanto o inferior), cobrindo uma grande área da aréola.
Conclusão
Os cuidados no período de amamentação incluem a distinção do que é mito e verdade sobre o tema, cuidados contínuos para prevenir a pega incorrta dos bebês, ou tratamento correto de cada condição que possa aflingir a mãe e a prevenção constante para os sintomas não se agravarem. Diante disso, reforça-se a importância da campanha Agosto Dourado, que visa conscientizar e divulgar informações essenciais sobre a amamentação. Sendo assim, faça parte dessa causa você também.
vcoraca
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