Doutora com luvas roxas preparando a vacinação ao inserir a seringa em um frasco com líquido transparente.

Saiba a importância da vacina e por que é preciso fazê-la

Decerto, o surgimento da vacina foi uma das maiores invenções da humanidade. Com ela, hoje é possível prevenir doenças que até pouco tempo dizimava centenas de vidas. Mesmo assim, há uma parcela da população que não acredita no potencial que os cientistas afirmam que ela pode oferecer, questão esta que acaba confundido muita gente. Afinal, vacinar é seguro? É o que trataremos a seguir.

Por que é importante vacinar?

Frasco ao lado de uma seringa, ambos transparentes.

Historicamente, a primeira vacina foi criada no século XVIII pelo cientista Edward Jenner. O pesquisador buscava controlar uma doença que causava dezenas de óbitos: a varíola. Após a descoberta, muitas outras vacinas foram criadas, o que potencializou o sistema imunológico humano e erradicou várias doenças, à medida que contribuiu e ainda contribui para a longevidade do mundo nos dias atuais, independente da idade do cidadão.

A importância da vacinação infantil

Doutora com uniforme rosa aplicando a seringa com vacina em uma criança sorridente.

Como as vacinas são formas de proteger a vida, ela é indicada para todas as faixas etárias. E, para isso, o Ministério da Saúde do Brasil e de cada nação determina um calendário de vacinação para que cada grupo seja imunizado.

Normalmente, o calendário infantil, por exemplo, se inicia com a vacinação contra o sarampo nos primeiros 12 meses de vida, por conta de as crianças estarem vulneráveis a doença antes mesmo de completarem 1 ano de vida.

No Brasil, os órgãos prezam por um método chamado de “imunização em rebanho”. Através dele várias pessoas são vacinadas, o que evita a circulação dos antígenos, ou melhor, de certas doenças.

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Quais os argumentos contra?

Mesmo que já foi comprovada a eficácia da vacina, muito se fala sobre a sua eficiência. Um exemplo disso são os ‘movimentos antivacinas‘, que repudiam o método de prevenção. Estes desconfiam dos efeitos colaterais, que tem como consequência, segundo os movimentos, no aparecimento da anafilaxia – uma reação alérgica que pode levar a morte. Para os cientistas, é raro que este tipo de reação venha a tona, uma vez que que as reações mais comuns são febre e um leve desconforto no local da aplicação.

Outro fato levantado pelos movimentos é a segurança das vacinas. No entanto, cabe destacar que antes que uma vacina seja aplicada na população, ela passa por anos de pesquisas, testes, aprimoramentos. Enfim, tende a demorar de 10 a 15 anos para que chegue à imunização e segurança esperada.

Além disso, há quem afirme que as vacinas causam autismo e outros tipos de doenças. Uma resposta para isso é que mesmo que o vírus atenuado, como no caso do Influenza, é possível que os sintomas da própria da gripe se manifestem, só que de uma forma menos intensa.

Assim, vale frisar que as vacinas têm como papel de proteger a sociedade contra doenças transmissíveis que podem levar à morte. Porém, o ato de vacinar é uma escolha pessoal e coletiva ao mesmo tempo.