Homem, de costas, usando camisa branca e uma raquete no ombro. A imagem está levemente desaturada, tendo um vermelho forte localizado no cotovelo do tenista.

Você sabe o que é Cotovelo de Tenista?

Dor de cotovelo: provavelmente, você já deve ter ouvido alguém dizer esta expressão. Mas por trás deste jargão tão famoso está a denominação de uma doença muito conhecida, principalmente no mundo dos praticantes de tênis: o cotovelo de tenista.

Também chamada de epicondilite lateral, esta síndrome costuma comprometer a saúde dos músculos braçais daqueles que amam estar em movimento, o que não deixa de fora pessoas que digitam, escrevem e desenham com uma maior frequência.

Diante deste mal-estar que pode ser tratado com o uso de remédios, fisioterapia e até cirurgias, nós, da Drogaria Nova Esperança, esclareceremos algumas medidas importantes para evitar o seu agravamento e afastar a probabilidade de notícias inesperadas. Entenda!

O que é o Cotovelo de Tenista?

Umas das doenças presentes no Reumatismo, o cotovelo de tenista é um desconforto manifestado devido ao uso excessivo do cotovelo, causando uma lesão tendinopática ao envolver os músculos extensores do antebraço. O seu maior alvo são os jogadores de tênis e de esportes que exigem o uso de raquetes.

Além deste público, profissionais como carpinteiros, pintores e manicures, pelo fato de movimentarem este tipo de membro com muita frequência, também podem sofrer com esta manifestação da síndrome. Ela atinge a lateral do cotovelo, mais especificamente entre a extensão do punho e da mão, gerando dor e inchaço.

Grupo de risco

Como ressaltado no tópico anterior, o cotovelo de tenista é um mal característico dos jogadores de tênis. No entanto, de acordo com pesquisas, este costuma atingir pessoas entre 35 e 50 anos, de ambos os sexos, não havendo um critério específico a não ser a movimentação excessiva da região.

Sintomas

Tenista, usando munhequeira branca, segurando uma bola detamanho pequeno, na cor verde, além de uma raquete na outra mão. A imagem tem destaque apenas em seu braço, não revelando muito de sua fisionomia ou porte físico.

Na maioria dos casos, a vítima sente uma intensa dor sobre o cotovelo, que se expande para cima do antebraço e para baixo no lado exterior. Em alguns casos, pode chegar até o terceiro ou quarto dedo, desenvolvendo os seguintes desconfortos:

  • – Dor ao estender a mão;
  • – Inchaço;
  • – Desconforto ao levantar objetos pesados;
  • – Queimação na lateral do cotovelo;
  • – Dificuldades para segurar objetos.

Com isso, é importante que o paciente esteja bastante atento aos sinais do corpo, uma vez que, quanto mais cedo procurar ajuda médica, mais rápido e reversível será o tratamento.

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Diagnóstico

Para identificar cada tipo de lesão, os médicos costumam utilizar testes e exames desenvolvidos especialmente para tratar a anomalia. Dessa forma, o especialista avaliará cada quadro para só assim solicitar procedimentos, como raio-X, ressonância magnética (MRI) e eletromiografia (EMG).

Vale ressaltar que alguns métodos de diagnósticos podem variar de um paciente para o outro, já que a intensidade da dor pode ser mais agressiva para alguns do que para os demais.

Estágio da doença

Dependendo do estado de saúde de cada pessoa, um médico habilitado poderá determinar o real estágio de cada machucado depois de algumas avaliações. Com isso, pode-se considerar as seguintes fases:

  1. – Neste estágio, o músculo se encontra inflamado, mas com altas chances de cura e sem danos ao membro.
  2. – Já na segunda etapa, o especialista identifica uma espécie de degeneração dos ligamentos;
  3. – Aqui, a fase em que se verifica um rompimento na movimentação do antebraço;
  4. – Por fim, no quadro mais avançado de todos, além da ruptura, é diagnosticado a manifestação de fibrose e calcificação.
Fundo branco. Mãos de um médico, aparentemente sendo de um homem, analisando e ajudando um paciente, homem também, a tratar uma possível dor na região do cotovelo.

Lembrando: Apenas um médico habilitado poderá determinar o real estágio de cada machucado depois de algumas avaliações.

Tratamento para Cotovelo de Tenista

Na maioria dos casos, é recomendado repousar para que o músculo descanse e volte ao seu estado normal. Além disso, é bem provável que o profissional passe a fazer fisioterapia, visando o fortalecimento do antebraço aliado do uso de tensores de uso diário.

Para aliviar a dor, normalmente é receitado a administração de medicamentos não esteroidais para o controle da inflamação e prevenção de possíveis desconfortos.

Como funciona a fisioterapia nesse caso?

A fisioterapia busca devolver a função do membro por meio de procedimentos dedicados em promover a regeneração dos músculos e tendões, como no melhoramento da biologia dos arredores do tecido, seguido do próprio cotovelo.

Em situações como estas, os especialistas também aconselham o alongamento diário do corpo, como nos exercícios propostos em muitas academias especializadas.

Como o punho e o antebraço são os mais prejudicados, se faz necessário o alongamento e reabilitação destes, através de pequenos e valiosos movimentos que, consequentemente, colaboram para a recuperação do paciente em diversos sentidos.

Assim, é importante realizá-los apenas com o acompanhamento médico, de preferência de um Fisioterapeuta, dado que o profissional determinará a terapia que mais se adequa à necessidade de cada pessoa.

Cotovelo de Tenista tem cura?

Como ressaltado anteriormente, quanto mais cedo procurar ajuda, melhor será para a reversão do mal-estar, já que, dependendo do estágio da doença, os sintomas podem durar até 1 ano, além de exigir a realização de cirurgias.

Agora, respondendo à pergunta inicial: sim, o cotovelo de tenista tem cura, desde que seja tomada as medidas preventivas certas e seguras.

Por fim, com todas estas informações, agora você poderá apreciar o melhor dos esportes, inclusive o tênis, de maneira segura, e claro, com saúde!